segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Evento: Festival Egyptian com Joline Andrade

O Festival Egyptian foi produzido por Kilma Farias, realizado nos dias 25, 27 e ...28 de agosto de 2011, tendo como convidada especial, Joline Andrade-BA.

O evento teve início dia 25 de agosto, no Teatro Santa Roza com a participação da Cia Lunay, Dança Livre, Atlética Academia, Studio Lunay, Escola de Dança do Santa Roza, Evana Arruda, Agnes Santos, Danúbia Lima, Marcela Mayara, Hellen Karolyne, Luciana Lacet.


No dia 27 de agosto, o Festival aconteceu no auditório do Estação Cabo Branco com a participação de Joline Andrade-BA e convidados. Entre eles: Ankaa-PE, Alê Carvalho-PE, Danilo-PE, Artemis-PE, Andréa Monteiro, Carol Marques, Ventre do Sinhá Bandeira, Ventre do Casarão 34, Studio Lunay, Cia Selkis, Anysha e Lais-PE, Alexandra Jarocki-PE.
No dia 28 de agosto, o Studio Lunay recebeu Joline Andrade com o seu projeto Tribal Tour, trazendo 2 workshops de Ventre e Tribal. Um dia inteiro de muito estudo, dedicação e arte.




 

sábado, 27 de agosto de 2011

Novos Olhares: Grupo de Pesquisa (NEPcênico)

Semana passada, mas precisamente quando fui no departamento buscar uma câmera emprestada na UFPB, encontrei uma conhecida (Florbela) por acaso, que formada em jornalismo, e ela me falou que estava participando de um Grupo de Pesquisa, relacionado a Vídeodança. Confesso que a princípio fiquei sem entender, mas quis logo me envolver no projeto quando ouvi as palavras "vídeo" e "dança", mesmo sem saber o que realmente era.

Então fui conversar com o professor responsável pelo grupo, o Guilherme Schulze (foto) e Ana Valéria Ramos Vicente (que ainda não conheci), que por sinal é gente finissima!!! E me recebeu de braços abertos, logo depois desobri que minha professora de tribal (Kilma Farias) também estava participando da pesquisa, então mergulhei de cabeça.

Terça-feira (23) passada fui para a minha "primeira reunião" do grupo que foi bastante diferente ter essa visão de "mundo", mas ao mesmo tempo que foi diferente me senti familiarizada, me senti "em casa"...

Apenas ontem (26) tive tempo de ir procurar coisas a respeito da videodança, de linguagem de câmera, junto com a dança etc etc. E cada vez que eu procurava me deparava com muita coisa interessante, fiquei feliz da vida!

E resolvi compartilhar aqui no Blog sobre O Grupo de Pesquisa Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Corpo Cênico - Videodança de bolso e Laban: interfaces técnicas e criativas. Então vamos lá...

Nesta pesquisa são levados em conta três aspectos: o corpo e suas relações contextuais; o olhar da câmera e sua dinâmica de movimento incluindo a relação construída com o item 1; a edição como etapa final de construção da relação entre o corpo e o observador.

O Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Corpo Cênico (NEPCênico) é um Grupo voltado para investigações nas mas variadas áreas das artes cênicas tais como dança, teatro, música e vídeo. Os trabalhos desenvolvidos por seus membros em suas linhas de pesquisa abrangem diferentes processos: criativos, históricos, de ensino, de encenação, e relacionamento com mídias digitais.

Participam do NEPCênico professores e alunos do Departamento de Artes Cênicas, além de pesquisadores não ligados à UFPB. Em 2008, o NEPCênico finalizou dois projetos: 1. "O movimento expressivo na escola" envolvendo pesquisadores e alunos. 2. "Arte e transfiguração de realidade: inclusão digital através das artes cênicas", contando com pesquisadores de Iniciação Científica e financiamento do CNPq através do Edital Universal 2006. 

Em 2009, foram finalizados trabalhos teórico-práticos de quatro orientandos do Curso de Especialização em Representação Teatral. Encontram-se em andamento o projeto "Videodança de bolso e Laban: interfaces técnicas e criativas" além de estudos sobre música e artes cênicas.Premio Pigmento, de melhor enquadramento cinematográfico, do Festival Aruanda do audiovisual Universitário Brasileiro, em 2009 para o Videodança Elia Off. As repercussões tem sido na forma de discussões, eventos, oficinas, palestras, demonstrações e produção de artigos abordando questões relativas às linhas de pesquisa do Grupo.

Também achei vários textos (artigos) do Professor Guilherme: neste link! (vou ler todos ainda hahaha)

Ficou curioso?! Dá uma olhada neste vídeo:



:D

Linguagem Cinematográfica, Planos de Enquadramento

Para fazer uma boa produção (cinema, fotografia) você tem que pelo menos ter noções básicas de enquadramento, é algo simples, mas que em algum momento pode se tornar difícil dependendo das circunstâncias.

Durante a graduação tive algumas noções de enquadramento (nas disciplinas de fotografia e estética - som/imagem), tanto na fotográfica e cinematográfica, mas uma coisa é você apenas ter a noção, outra coisa é você colocar a "mão na massa". Talvez você não tenha os equipamentos necessários, nem uma equipe para contribuir, daí é que você vai perceber que algo pode dar errado. Mas diria que se você usar o famoso sexto sentido, seguir o instinto, perceber no seu olhar que a imagem esta boa, certamente dará certo. Acho que você tem que focar naquilo que te traz algum tipo de sentimento e que possa passar essa sensibilidade para quem vai assistir ou ver sua obra.

Achei alguns blogs, livros e artigos falando sobre isso, e resolvi compartilhar algumas coisas por aqui...

O cinema comunica, ele é uma linguagem. Se na escrita os autores utilizam as palavras, frases, parágrafos, acentos e pontuações, no cinema também temos elementos que organizam a “fala”. É o que chamamos de sintaxe.  Assim, os elementos básicos da linguagem cinematográfica são: o enquadramento, o plano, os movimentos de câmera e a montagem.

Segundo André Setaro (2003): É necessário, para uma melhor compreensão de um filme, aprender a reconhecer a linguagem do cinema.

• No site Mnemocine tem várias artes explicando bem direitinho algumas coisas;

• Achei bem interessante este artigo de Marília Lima, que não fala necessáriamente dos enquadramentos, mas teoriza sobre videoarte no Brasil;

• Outro artigo é de Ana Paula Albuquerque e Mary de Andrade, que faz um recorte sobre o cinema documentário na educação;

Achei esse vídeo legal, onde Teresa Costa, uma mestranda portuguesa mostra aguns planos e regras de enquadramento.

Numa conversa rápida com o professor Matheus Andrade, no semestre passdo durante a defesa de Bruno Ribeiro, comentei que iria fazer um produto e que seria um documentário falando do Tribal Brasil, relacionando a dança com a musica, e ele disse (em outras palavras) "ah legal, você pode juntar a musicalidade com o vídeo, mas tem que ter bastante cuidado, porque a imagem você só vai ter a oportunidade de registrar uma vez e ela vai ser única (sempre). Diferente da monografia que um dia antes da sua apresentação você pode chegar e alterar alguma coisinha, no produto é aquilo e pronto, se tu quiser mudar depois... não vai ter como".

Daí você ver como ele me tranquilizou, mas isso é a pura verdade. Agradeço a todos que me falam qualquer coisa, por mínima que seja já me ajuda bastante a ter uma visão diferenciada.
Enfim não vou me prolongar por aqui... porque estou pensando em outro post! 

:D

ps: ainda não li todos os textos que coloquei por aqui...